Ver um cachorro mancando ou um gato que evita pular por causa de dor é algo angustiante para qualquer tutor. Afinal, problemas nos ossos, articulações ou ligamentos podem afetar pets de todas as idades e raças. Nesses casos, um ortopedista veterinário é o profissional indicado para diagnosticar e tratar essas condições.
Muitas vezes, a solução envolve cirurgias especializadas. O objetivo da cirurgia ortopédica veterinária é aliviar a dor e corrigir a causa do problema. Esse procedimento devolve a mobilidade ao animal. Além disso, contar com um atendimento ortopédico de qualidade é essencial para a tranquilidade do tutor. No Hospital Veterinário iPet 24 Horas, em Florianópolis, há especialistas em ortopedia veterinária disponíveis a qualquer hora. Eles estão prontos para ajudar seu melhor amigo a se recuperar.
Um ortopedista veterinário (também chamado de veterinário ortopedista) é o médico veterinário especializado em problemas do sistema músculo-esquelético dos animais. Isso significa que ele cuida de questões relacionadas aos ossos, articulações, músculos e ligamentos de cães e gatos.
Portanto, quando seu pet apresenta dificuldade de locomoção, dor ao se mover ou lesões ortopédicas, esse especialista pode ajudar. Além de diagnosticar a causa do problema ortopédico, o ortopedista veterinário está habilitado a realizar tratamentos avançados.
Veja alguns exemplos de serviços e cirurgias ortopédicas veterinárias comuns:
Existem diversas condições ortopédicas que podem afetar os animais de estimação. A seguir, apresentamos alguns dos problemas ortopédicos mais comuns em cães e gatos:
Acidentes como quedas, atropelamentos ou brigas podem resultar em fraturas ou outras lesões graves. Os ossos quebrados causam dor intensa e impedem o pet de apoiar a pata afetada. Por exemplo, um gato que cai de uma altura pode fraturar a perna e ficar mancando.
Da mesma forma é comum ver um cachorro mancando da pata após sofrer um trauma. Nesses casos, a cirurgia de fixação óssea é muitas vezes necessária para alinhar corretamente os ossos. Esse procedimento permite a recuperação adequada do animal
A luxação de patela é um problema ortopédico frequente, especialmente em cães de raças pequenas. Nessa condição, a patela (osso do joelho) sai do lugar, fazendo o animal dar pequenos “pulos” ou mancar intermitentemente.
Muitos tutores procuram remédio para luxação de patela em cães na esperança de evitar a cirurgia. No entanto, nos casos moderados a graves, a cirurgia é o tratamento mais indicado para corrigir o joelho. Esse procedimento resolve de forma definitiva o problema e evita a dor crônica.
A displasia coxofemoral é uma formação anormal da articulação do quadril. Ela é comum em raças caninas de grande porte (como Labrador e Pastor Alemão). Cães com displasia de quadril apresentam dificuldade para se levantar, dor nas patas traseiras e podem mancar continuamente.
Em casos leves é possível manejar com fisioterapia e medicamentos para dor. No entanto, displasias graves podem necessitar de cirurgia ortopédica, como uma substituição total de quadril ou outras técnicas. Esse tipo de intervenção visa melhorar a qualidade de vida do animal. Gatos também podem ter displasia de quadril, embora seja mais rara e geralmente menos sintomática que em cães.
A ruptura do ligamento cruzado cranial no joelho é uma das lesões ortopédicas mais comuns em cães. É também uma das principais causas de claudicação (mancar) aguda em animais de médio e grande porte.
Essa lesão costuma ocorrer durante corridas ou saltos. Ela deixa o cão sem apoiar a pata traseira devido à dor e instabilidade no joelho. O tratamento definitivo é cirúrgico, com técnicas como a TPLO ou outras que estabilizam a articulação. Sem a cirurgia, o cão pode desenvolver artrose acelerada no joelho, levando a dor crônica e inpotência do membro.
O primeiro passo para tratar um problema ortopédico é realizar um diagnóstico preciso. O ortopedista veterinário inicia com uma avaliação clínica completa do pet. Ele observa a maneira de andar (marcha) e examina cada membro. Ele palpa os ossos e articulações em busca de dor, inchaço ou movimentação anormal.
Muitas vezes, pode ser necessário sedar o animal para examinar melhor uma região dolorida sem causar desconforto excessivo. Além disso, exames de imagem são fundamentais para confirmar o diagnóstico ortopédico.
A radiografia (raio X) é o método mais utilizado para visualizar os ossos e articulações do pet. Com o raio X, o veterinário consegue identificar fraturas, luxações, sinais de displasia ou artrose. Em casos mais complexos, podem ser necessários exames avançados, como ultrassonografia, tomografia computadorizada (TC) ou até ressonância magnética (RM).
Esses exames ajudam a avaliar ligamentos, tendões ou mesmo a coluna vertebral. Na maioria das situações, um bom exame físico aliado a radiografias adequadas já é suficiente. Assim, o ortopedista consegue planejar o tratamento cirúrgico do pet.
As cirurgias ortopédicas veterinárias são realizadas sob anestesia geral, em ambiente estéril (sala de cirurgia) e com monitoração constante. Toda a equipe cirúrgica usa equipamentos de proteção e segue protocolos de assepsia para prevenir infecções.
O ortopedista veterinário faz incisões precisas para acessar o local da lesão e, então, corrige o problema. Por exemplo, ele alinha os ossos quebrados fixando-os com placas e parafusos, ou reconstrói ligamentos rompidos com técnicas adequadas.
Um anestesista veterinário monitora os sinais vitais do animal durante todo o procedimento. Assim, garante que o pet não sinta dor e se mantenha estável. Dependendo da complexidade, a cirurgia pode levar de uma a poucas horas. Após o término, o animal permanece em observação até despertar completamente da anestesia. Geralmente ele fica internado (24 horas) para controle da dor e segurança.
O sucesso de uma cirurgia ortopédica também depende dos cuidados no pós-operatório. No período de recuperação, é fundamental manter o pet em repouso e seguir as orientações do veterinário.
Na maioria das cirurgias ortopédicas, o animal precisa limitar a atividade física por algumas semanas. Isso permite a cicatrização adequada dos ossos ou ligamentos. Por isso, o tutor deve preparar um espaço tranquilo e confinado, evitando que o pet corra ou salte. Além disso, medicamentos para controle da dor e anti-inflamatórios serão prescritos, e é importante administrá-los nos horários certos. O uso do colar elizabetano (“cone”) pode ser necessário. Ele impede que o bichinho lamba ou morda os pontos cirúrgicos.
Conforme a recuperação avança, o veterinário pode recomendar sessões de fisioterapia veterinária ou exercícios de reabilitação. Atividades como hidroterapia, acupuntura ou exercícios controlados ajudam a fortalecer a musculatura e melhorar a mobilidade, acelerando a recuperação.
O acompanhamento frequente com o ortopedista é essencial. Serão necessárias consultas de revisão para avaliar a evolução. Nesses retornos, o veterinário irá remover os pontos e liberar gradativamente o retorno às atividades normais do pet.
Ao escolher um hospital veterinário especializado em ortopedia, você garante ao seu pet o melhor cuidado possível. No Hospital Veterinário iPet – 24 Horas, em Florianópolis, você conta com diversos diferenciais. Eles fazem toda a diferença na recuperação do seu amigo:
Em resumo, o Hospital Veterinário iPet une tecnologia, experiência e dedicação para oferecer o melhor tratamento ortopédico veterinário em Florianópolis. Seu pet estará em mãos seguras do início ao fim do tratamento.
Um ortopedista veterinário é um médico veterinário especializado no sistema musculoesquelético de animais. Ele diagnostica e trata problemas em ossos, articulações, músculos e ligamentos de pets. Muitas vezes, realiza cirurgias para corrigir fraturas, luxações, rupturas de ligamentos e outras condições ortopédicas.
Se o seu cachorro ou gato está mancando, sente dor ao se movimentar ou não apoia uma das patas, é indicado buscar um ortopedista veterinário. Inchaços em articulações ou dificuldade para se levantar também são sinais de alerta.
Além disso, filhotes de raças propensas a displasia e animais idosos com mobilidade reduzida podem se beneficiar da avaliação de um especialista.
Os sinais incluem mancar ou evitar usar um membro, dificuldade para se levantar ou pular e redução nas atividades. O pet pode resistir a caminhar e até chorar ao movimentar a região dolorida. Alguns pets também lambem insistentemente o local que dói. Em casos de dor intensa, o animal pode ficar mais agressivo ou apático do que o normal.
Não. Nem todo caso de claudicação (mancar) exige cirurgia. Alguns problemas ortopédicos leves podem ser tratados com medicamentos, repouso e fisioterapia. Porém, lesões mais graves, como fraturas ou ruptura completa de ligamento, geralmente requerem intervenção cirúrgica para correção definitiva.
Como é feita a anestesia na cirurgia? É segura?
A anestesia é feita por um médico veterinário anestesista. Ele escolhe os medicamentos adequados de acordo com o porte, a idade e as condições de saúde do pet. Durante toda a cirurgia, o animal é monitorado (frequência cardíaca, respiração, pressão arterial, etc.). Embora todo procedimento envolva riscos, a anestesia moderna é muito segura. Os benefícios da cirurgia geralmente superam os riscos quando ela é necessária.
Depende do tipo de cirurgia e da gravidade do problema. Em geral, nas primeiras 2 semanas o pet precisa de bastante repouso e cuidado com os pontos. A cicatrização inicial ocorre em torno de 2 a 4 semanas. Já a recuperação funcional completa (voltar a correr e brincar normalmente) pode levar de 2 a 3 meses. A fisioterapia pode ajudar a acelerar esse processo de reabilitação.
O valor varia conforme o procedimento necessário, o porte do animal e a complexidade do caso. Por exemplo, uma cirurgia simples de fixação de fratura costuma ter custo menor do que uma substituição de quadril. Além disso, há custos de materiais (pinos, placas), anestesia e medicação envolvidos. O ideal é fazer uma consulta ortopédica. Assim, o veterinário avalia o caso e fornece um orçamento preciso.
Veja todas os especialidades abaixo: